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http://hdl.handle.net/10071/36482| Autoria: | Soares, S. Jerónimo, R. |
| Editor: | Pintassilgo, Sónia Almeida, Alexandre Nunes, Ana Catarina Soares, Helena Correia, Isabel Costa, Patrícia Dinis Baldi, Vania Isaac, David Lage, Henrique Saavedra,Beatriz Ribeiro, Gonçalo Tomé Alvito, Helena |
| Data: | 2025 |
| Título próprio: | Co-construir em diálogo e contexto: Conceitos e práticas para uma aprendizagem activa |
| Título e volume do livro: | Novos exemplos de práticas pedagógicas e estratégias de inovação pedagógica no Iscte |
| Paginação: | 43 - 58 |
| Referência bibliográfica: | Soares, S., & Jerónimo, R. (2025). Co-construir em diálogo e contexto: Conceitos e práticas para uma aprendizagem activa. In S. Pintassilgo, A. Almeida, C. Nunes, H. Soares, I. Correia, P. D. Costa, V. Baldi, D. Isaac, H. Lage, B. Saavedra, G. T. Ribeiro., & H. Alvito (Eds.), Novos Exemplos de práticas pedagógicas e estratégias de inovação pedagógica no Iscte (pp. 43-58). Iscte – Instituto Universitário de Lisboa. http://hdl.handle.net/10071/36482 |
| ISBN: | 978 989 584 117 2 |
| Palavras-chave: | Aprendizagem ativa Aprendizagem situada Aprendizagem dialógica |
| Resumo: | Neste capítulo, teremos como objectivo partilhar o enquadramento teórico através do qual ancoramos a nossa concepção de uma aprendizagem activa e perspectivamos que esta possa conduzir a um pensamento complexo e profundo. O Construtivismo será o cerne epistemológico proposto, com a Aprendizagem Dialógica e a Aprendizagem Situada emergindo como duas das suas ramificações. Crucialmente, enquanto o foco destas preocupações tende a ser os resultados da aprendizagem, estaremos primariamente preocupadas com o processo da aprendizagem, que acreditamos poder incorporar mais plenamente a componente de avaliação/resultados. Partiremos também do input gerado pelas duas sessões de formação para docentes que facilitámos para enriquecer as nossas reflexões sobre este tema, e especificaremos algumas práticas pedagógicas que incorporam os princípios discutidos e as orientações propostas. Tomaremos o caso particular da difusão do uso de Inteligência Artificial e de Large Language Models como o ChatGPT, que têm suscitado na educação formal receios relacionados com disseminação e apreensão de informação incorrecta ou falsa, e com a integridade do trabalho desenvolvido. A par de outros desenvolvimentos tecnológicos, como computadores e internet, não vemos a incorporação da Inteligência Artificial na educação como uma ameaça em si, mas antes como um sintoma de um problema mais profundo que torna a sua incorporação uma ameaça: a quebra no pensamento complexo (i.e., crítico e criativo). A inevitabilidade da convivência com estas tecnologias torna-se, para nós, uma oportunidade para reflectir sobre as limitações das abordagens e metodologias pedagógicas actuais e para as transformar com vista a promover uma aprendizagem realmente significativa e profunda. |
| Arbitragem científica: | yes |
| Acesso: | Acesso Aberto |
| Aparece nas coleções: | CIS-CLN - Capítulos de livros nacionais |
Ficheiros deste registo:
| Ficheiro | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|
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