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http://hdl.handle.net/10071/36237| Author(s): | Duarte, Catarina Roberto Barrelas |
| Advisor: | Costa, Renato Lopes da Gonçalves, Mafalda Correia Piçarra |
| Date: | 7-Nov-2025 |
| Title: | Possibility of implementing agile methodologies in early-stage startups |
| Reference: | Duarte, C. R. B. (2025). Possibility of implementing agile methodologies in early-stage startups [Dissertação de mestrado, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório Iscte. http://hdl.handle.net/10071/36237 |
| Keywords: | Startup Agile methodologies Project management Empreendedorismo -- Entrepreneurship Metodologias ágeis Gestão de projetos |
| Abstract: | The entrepreneurial ecosystem has become increasingly dynamic, with startups playing a pivotal role in innovation, economic development, and job creation. However, early-stage startups face high levels of uncertainty and resource constraints, making the adoption of flexible and adaptive management approaches essential. In this context, agile methodologies, originally designed for software development, have emerged as a promising approach due to their iterative progress, customer orientation, and adaptability to change. Despite their widespread success in established organizations, the implementation of agile in early-stage startups remains underexplored, particularly in environments where business models, market fit, and team structures are still evolving.
This study examines the possibility of implementing agile methodologies in early-stage startups within the Portuguese ecosystem. An online questionnaire targeting professionals with startup experience was conducted, resulting in 103 responses. Data analysis was performed using Structural Equation Modeling (SEM) through SmartPLS 4, enabling the evaluation of relationships between variables linked to benefits, risks, resources, and competencies, and their influence on the possibility of adopting agile methodologies.
The findings demonstrate that benefits, risks, resources, and competencies significantly affect the possibility of implementing agile in early-stage startups. Among the most relevant factors are team collaboration, flexibility, leadership support, and prior experience with agile. By addressing these dimensions, the study contributes to academic discussions on entrepreneurship and agile management while offering practical recommendations for founders, incubators, and policymakers seeking to strengthen the sustainability of Portugal’s startup ecosystem. O ecossistema empreendedor tem vindo a tornar-se cada vez mais dinâmico, com as startups a desempenharem um papel central na inovação, desenvolvimento económico e criação de emprego. Contudo, startups em fase inicial enfrentam elevados níveis de incerteza e constrangimentos de recursos, o que torna essencial a adoção de abordagens de gestão flexíveis e adaptativas. Neste contexto, as metodologias ágeis, inicialmente concebidas para o desenvolvimento de software, surgem como uma abordagem promissora devido ao seu progresso iterativo, foco no cliente e adaptabilidade à mudança. Apesar do seu sucesso em organizações estabelecidas, a implementação de metodologias ágeis em startups em fase inicial permanece pouco explorada, especialmente em ambientes onde modelos de negócio, adequação ao mercado e estruturas de equipa ainda estão em formação. Este estudo analisa a possibilidade de implementar metodologias ágeis em startups em fase inicial no ecossistema português. Para tal, foi desenvolvido um questionário online dirigido a profissionais com experiência em startups, obtendo-se 103 respostas. A análise quantitativa foi realizada através de Modelagem de Equações Estruturais (SEM) com recurso ao software SmartPLS 4, permitindo avaliar a relação entre variáveis associadas aos benefícios, riscos, recursos e competências, e a sua influência na possibilidade de implementação de metodologias ágeis. Os resultados confirmam que benefícios, riscos, recursos e competências influenciam significativamente a possibilidade de adotar metodologias ágeis em startups em fase inicial. Entre os fatores mais relevantes destacam-se a colaboração da equipa, a flexibilidade, o suporte da liderança e a experiência prévia com metodologias ágeis. Assim, este estudo contribui para a literatura sobre empreendedorismo e metodologias ágeis, oferecendo simultaneamente recomendações práticas para fundadores, incubadoras e decisores políticos que pretendam reforçar a sustentabilidade do ecossistema português de startups. |
| Department: | Departamento de Marketing, Operações e Gestão Geral |
| Degree: | Mestrado em Gestão de Empresas |
| Peerreviewed: | yes |
| Access type: | Restricted Access |
| Appears in Collections: | T&D-DM - Dissertações de mestrado |
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|---|---|---|---|---|
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