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dc.contributor.authorBassani, Jorge-
dc.contributor.authorClasen, Carolina-
dc.date.accessioned2026-03-07T13:53:12Z-
dc.date.available2026-03-07T13:53:12Z-
dc.date.issued2026-03-
dc.identifier.citationBassani, J. & Clasen, C. (2026). São Paulo: De cidade hídrica a metrópole seca. CIDADES, Comunidades e Territórios, (Spring Special Issue), 1-16. https://doi.org/10.15847/cct.40818por
dc.identifier.issn2182-3030por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/36547-
dc.description.abstractSão Paulo, a maior metrópole do hemisfério Sul, está implantada sobre um território de riquíssima hidrografia. O Grupo de Estudos Mapogafias Urbanas (FAU-USP) realizou um mapa a partir de documentos históricos com a hidrografia natural formada por centenas de córregos, riachos e grandes rios. Este mapa está contraposto com a hidrografia atual. É facilmente verificável com a urbanização apagou a grande maioria dessas linhas de água, da mesma forma, é claro que nas periferias elas continuam presentes. Contudo, os mapas não mostram, mas os indicadores sim, a precariedade urbana dessas regiões e os rios cercados por ambientes degradados. Este trabalho propõe a observação e reflexão sobre estas regiões a partir das ações das comunidades nelas instaladas no sentido de conservação e qualificação de seus ambientes com especial atenção às águas. Seu principal objetivo é demonstrar a importância dos coletivos ambientalistas, que embora estejam em comunidades que muito pouco fizeram para chegarmos nos dramas ambientais atuais, muito fazem para a preservação da qualidade ambiental e paisagísticas de seus territórios; desta forma contribuir para o debate e políticas públicas que consideram a construção urbana muito além do produtivismo, que incorpore a dimensão cultural e ambiental do espaço urbano. Para realização do trabalho o GeMAP tem acompanhado e cartografado a atuação desses grupos (Ecoativa e Imargem) no extremo Sul da cidade há oito anos, uma pesquisa-ação baseada na construção compartilhada do conhecimento.por
dc.description.abstractSão Paulo, the largest metropolis in the Southern Hemisphere, is situated on a territory of exceptionally rich hydrography. The Urban Mapographies Study Group (GeMAP - FAU-USP) developed a map based on historical documents depicting the natural hydrographic system, composed of hundreds of streams, creeks, and major rivers. This map is juxtaposed with the contemporary hydrographic network. It is readily evident how urbanization has erased the vast majority of these watercourses; similarly, the map reveals their greater prevalence in peripheral areas. However, while the maps do not explicitly illustrate it, urban precarity indicators highlight the socio-environmental vulnerability of these regions, where rivers are often surrounded by degraded environments. This study proposes an examination and critical reflection on the urban planning processes that enabled the systemic erasure of the city’s rivers, contrasted with the grassroots efforts of communities inhabiting riverbanks in peripheral zones of informal urbanization, who actively engage in the conservation and enhancement of their environments. Its primary objective is to demonstrate how urban planning, aligned with capital interests, has transformed São Paulo’s rich hydrographic landscape— both morphologically and scenically—while emphasizing the counteractions of environmental collectives. While these collectives belong to communities that contributed minimally to the current environmental crises, they play a significant role in preserving environmental quality and landscape integrity within their territories. By doing so, this work underscores the importance of community associations in urban development and seeks to advance public policy debates that transcend productivist paradigms, integrating cultural and environmental dimensions into urban spatial practices. To conclude, the article synthesizes the initiatives of collectives in São Paulo’s far south, adjacent to the Billings Reservoir (Ecoativa and Imargem), as emblematic of alternative city-water relationships—less exploitative, more affective, and custodial. For nine years, GeMAP has monitored and mapped these groups’ activities through action-research methodologies grounded in collaborative knowledge production.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherDINÂMIA'CET-Isctepor
dc.relationUID/3127/2025por
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectHidrografia de São Paulopor
dc.subjectUrbanização precáriapor
dc.subjectMapeamento coletivopor
dc.subjectHydrography of São Paulopor
dc.subjectPrecarious urbanisationpor
dc.subjectCollective mappingpor
dc.titleSão Paulo: De cidade hídrica a metrópole secapor
dc.title.alternativeSão Paulo: From water city to dry metropolispor
dc.typearticlepor
dc.pagination1-16por
dc.peerreviewedyespor
dc.numberSpring Special Issue (2026)por
dc.description.versionpublicadapor
dc.identifier.doi10.15847/cct.40818por
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Ciências Sociais::Sociologiapor
iscte.journalCIDADES, Comunidades e Territóriospor
Appears in Collections:DINÂMIA'CET-RI - Artigos em revistas internacionais com arbitragem científica

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