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http://hdl.handle.net/10071/36487| Autoria: | Lopes, A. L. ChatGPT |
| Editor: | Pintassilgo, Sónia Almeida, Alexandre Nunes, Ana Catarina Soares, Helena Correia, Isabel Costa, Patrícia Dinis Baldi, Vania Isaac, David Lage, Henrique Saavedra, Beatriz Ribeiro, Gonçalo Tomé Alvito, Helena |
| Data: | 2025 |
| Título próprio: | Oportunidades e desafios da utilização da inteligência artificial generativa no ensino universitário |
| Título e volume do livro: | Novos Exemplos de práticas pedagógicas e estratégias de inovação pedagógica no Iscte |
| Paginação: | 9 - 22 |
| Referência bibliográfica: | Lopes, A. L., & ChatGPT (2025). Oportunidades e desafios da utilização da inteligência artificial generativa no ensino universitário. In S. Pintassilgo, A. Almeida, C. Nunes, H. Soares, I. Correia, P. D. Costa, V. Baldi, D. Isaac, H. Lage, B. Saavedra, G. T. Ribeiro, & H. Alvito (Eds.), Novos Exemplos de práticas pedagógicas e estratégias de inovação pedagógica no Iscte (pp. 9-22). Iscte – Instituto Universitário de Lisboa. http://hdl.handle.net/10071/36487 |
| ISBN: | 978‑989‑584‑117‑2 |
| Resumo: | A rápida adoção de ferramentas de Inteligência Artificial (IA) generativa – exemplificada pelo ChatGPT, que alcançou 100 milhões de utilizadores em apenas dois meses após o lançamento, está a transformar o ensino. Através de uma reflexão conjunta entre o autor e o ChatGPT, este capítulo explora o potencial pedagógico de ferramentas de IA generativa, bem como os desafios e limitações associados ao seu uso. O capítulo inicia com uma discussão sobre como a IA generativa pode apoiar docentes na conceção e preparação de unidades curriculares, elaboração de materiais didáticos, avaliação formativa e monitorização pedagógica, assim como proporcionar apoio personalizado a estudantes através de tutores virtuais e feedback imediato. Em seguida, analisam ‑se os riscos das “alucinações” e imprecisões factuais produzidas por modelos generativos, a possibilidade de dependência excessiva reduzindo o pensamento crítico dos/as estudantes, e questões éticas emergentes – desde a integridade académica e prevenção do plágio até à privacidade dos dados e equidade de acesso. Posteriormente, reflete ‑se sobre o alinhamento do uso responsável da IA generativa com o modelo pedagógico do Iscte, que privilegia uma aprendizagem ativa, colaborativa e reflexiva, com feedback contínuo e foco no/a estudante e no desenvolvimento de competências transversais. Por fim, apresentam ‑se estratégias institucionais para integrar criticamente estas tecnologias: formação de docentes e discentes em literacia de IA generativa, incorporação ética nos planos de ensino e adaptação das práticas de avaliação. Conclui ‑se que a IA generativa, quando utilizada de forma informada e orientada, pode constituir uma ferramenta pedagógica inovadora, potenciando a aprendizagem no ensino superior ao mesmo tempo que exige novas abordagens pedagógicas e institucionais. |
| Arbitragem científica: | yes |
| Acesso: | Acesso Aberto |
| Aparece nas coleções: | ISTAR-CLN - Capítulos de livros nacionais |
Ficheiros deste registo:
| Ficheiro | Tamanho | Formato | |
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