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dc.contributor.advisorNunes, Francisco Manuel da Silva Oneto-
dc.contributor.authorRibeiro, Catarina Gomes de Azevedo da Silva-
dc.date.accessioned2026-01-14T12:25:42Z-
dc.date.available2026-01-14T12:25:42Z-
dc.date.issued2025-11-10-
dc.date.submitted2025-09-
dc.identifier.citationRibeiro, C. G. de A. da S. (2025). Caminhos no Antropoceno: Tecendo relações multiespécies [Dissertação de mestrado, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório Iscte. http://hdl.handle.net/10071/35943por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/35943-
dc.description.abstractAs atividades humanas impulsionaram o planeta para uma nova época geológica: o Antropoceno. Neste contexto de incerteza e de destruição ambiental, torna-se urgente procurar formas alternativas à tipicamente ocidental de habitar um planeta repleto de vida. A lógica capitalista do crescimento infinito, aliada ao antropocentrismo, ao especismo e a limitações da ciência moderna, contribuem tanto para a degradação ecológica como para a violência contra seres não-humanos. Analiso cosmologias indígenas, como o perspetivismo ameríndio e as conceções dos povos Cree e Ojibwa sobre a qualidade de pessoa e a relação com o ambiente, que oferecem pistas para modos de vida mais ecológicos e respeitosos. Examino também perspetivas ocidentais alternativas, como a Antropologia do ambiente segundo Ingold e Milton, o conceito de Umwelt de von Uexküll e o Pós-humanismo. Estas abordagens revelam formas de habitar que reconhecem a interdependência e a pluralidade das existências. A componente etnográfica centra-se no santuário animal Save & Care, onde humanos e não-humanos convivem como pessoas singulares. No santuário, práticas de cuidado e reciprocidade constroem parentescos multiespécies e revelam alternativas concretas ao paradigma dominante de exploração. O santuário surge como espaço ético e afetivo, cristalizando possibilidades de regeneração e coabitação. Concluo que enfrentar os desafios do Antropoceno exige mais do que soluções técnicas: requer repensar a nossa forma de estar-no-mundo. Reconhecer a vida como unidade básica de compaixão abre caminhos para futuros multiespécies baseados no cuidado, na corresponsabilidade e na justiça ecológica, tornando possível imaginar um planeta mais habitável para todos.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectAntropocenopor
dc.subjectRelações multiespéciespor
dc.subjectExcecionalismo humanopor
dc.subjectAntropologia do ambiente -- Anthropology of the environmentpor
dc.subjectSantuário animalpor
dc.subjectAnthropocenepor
dc.subjectMultispecies relationspor
dc.subjectHuman exceptionalismpor
dc.subjectEnvironmental anthropologypor
dc.subjectAnimal sanctuarypor
dc.titleCaminhos no Antropoceno: Tecendo relações multiespéciespor
dc.typemasterThesispor
dc.peerreviewedyespor
dc.identifier.tid204045240por
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Ciências Sociais::Sociologiapor
thesis.degree.nameMestrado em Antropologiapor
iscte.subject.odsProdução e consumo sustentáveispor
iscte.subject.odsAção climáticapor
iscte.subject.odsProteger a vida terrestrepor
thesis.degree.departmentDepartamento de Antropologiapor
Appears in Collections:T&D-DM - Dissertações de mestrado

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