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    <title>Repositório Coleção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/554</link>
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    <pubDate>Fri, 24 Apr 2026 19:06:49 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-24T19:06:49Z</dc:date>
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      <title>Textos canónicos e cultura popular: A pomba e a serpente</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10071/28859</link>
      <description>Título próprio: Textos canónicos e cultura popular: A pomba e a serpente
Autoria: Silva, F. V. da.
Resumo: Este ensaio aborda a relação entre textos canónicos cristãos e as suas reela-&#xD;
borações na tradição popular. Especificamente, examina o facto de a arte sacra&#xD;
ter representado durante séculos o Espírito Santo impregnando a Virgem Maria&#xD;
sob a aparência de uma pomba apesar de nenhum evangelista mencionar a dita&#xD;
ave neste contexto. Patentemente, isto ilustra o entendimento popular de textos&#xD;
bíblicos em termos que ultrapassam a letra destes. Este ensaio argumenta, por&#xD;
um lado, que os elementos acrescentados abrem pistas relativamente ao quadro&#xD;
mental da cultura popular europeia. Sugere também, por outro lado, que a&#xD;
confrontação entre tradições populares e textos canónicos permite vislumbrar&#xD;
aspectos da arquitectura simbólica destes. Com efeito os textos canónicos provêm&#xD;
eles próprios de antigas tradições orais e, como se verá, são-lhes subjacentes&#xD;
noções e processos analógicos similares aos que deparamos na cultura popular&#xD;
europeia. Deste ponto de vista, examinar os textos canónicos à luz da cultura&#xD;
popular permite restituir ao entendimento dos textos elementos tradicionais que&#xD;
as Escrituras relegaram ao modo implícito.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2007 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10071/28859</guid>
      <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Um pequeno enigma em clave de incesto</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10071/19308</link>
      <description>Título próprio: Um pequeno enigma em clave de incesto
Autoria: Vaz da Silva, Francisco</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 1999 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10071/19308</guid>
      <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Capuchinho vermelho II: quadro sazonal e simbolismo cíclico</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10071/19293</link>
      <description>Título próprio: Capuchinho vermelho II: quadro sazonal e simbolismo cíclico
Autoria: Vaz da Silva, Francisco
Resumo: O presente artigo explora indícios duma dimensão sazonal, associada a concepções cíclicas de regeneração, na tradição do conto AT 333. Uma leitura conjunta de textos de índole diversa — incluíndo clássicos latinos e etnografias modernas — propõe-se estabelecer, numa perspectiva de “longa duração”, a presença de representações simbólicas relativas a períodos particulares do ciclo anual, assim como sugerir a relevância destas representações para uma interpretação global do tema Capuchinho Vermelho que propicia a integração do estudo num quadro comparativo intercultural.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 1997 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10071/19293</guid>
      <dc:date>1997-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Capuchinho vermelho I: Perrault e a tradição oral</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10071/19292</link>
      <description>Título próprio: Capuchinho vermelho I: Perrault e a tradição oral
Autoria: Vaz da Silva, Francisco
Resumo: Este artigo examina a relação entre Le Petit Chaperon Rouge de Perrault e a tradição oral do Capuchinho Vermelho. O nosso ponto de partida é a afirmação de Paul Delarue de que Perrault ficou próximo da tradição oral do conto AaTh 333, mesmo tendo omitido detalhes cruciais a acrescentado outros pouco importantes. Esta análise pretende mostrar que as "omissões" e "adições" feitas por Perrault são de facto transformações temáticas perante as quais o especialista seguiu cuidadosamente o sentido dos motivos tradicionais no próprio acto de os modificar. A comparação entre o texto literário do séc. XVII e as variantes orais recolhidas por folcloristas modernos revela, de facto, que a hábil manipulação de símbols feita por Perrault se relacionava com uma estranha história de incesto em tons de sangue feminino, centradas num duplo acto de devoração num registo "anti-baptismal", e pensou em termos de apetitte lupino. A revelação deste universo semântico em Le Petit Chaperon Rouge convida a que se leia o texto de Perrault como uma transformação legítima dentro do quadro conceptual dum tema singular constantemente recriado através da diversidade de narrativas tradicionais que — como podemos ver — não podem ser reduzidas ao universo das narrativas orais.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 1996 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10071/19292</guid>
      <dc:date>1996-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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