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    <title>Repositório Coleção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/53</link>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/37346">
    <title>Educação, trabalho e reforma: Azimutes do envelhecimento</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/37346</link>
    <description>Título próprio: Educação, trabalho e reforma: Azimutes do envelhecimento
Autoria: Paulos, C.; Rebelo, B.; Sousa, I.; Aroso, L.
Editor: Faria, Maria Cristina; Saraiva, Gabriela
Resumo: A longevidade é entendida como um direito e uma oportunidade e as experiências educativas desempenham um papel fundamental no garante da dignidade e da participação social dos indivíduos. O desenvolvimento ao longo da vida deve considerar, também, o contexto de trabalho, atendendo à centralidade que o trabalho ocupa na vida das pessoas. A transição para a reforma constitui, assim, um marco no ciclo de vida dos indivíduos, representando desafios e oportunidades que requerem preparação. Neste processo, as organizações, incluindo as instituições de ensino superior, desempenham um papel crucial.&#xD;
O envelhecimento é um processo inerente ao ser humano que exige uma compreensão integrada. O aumento da esperança média de vida, fruto de uma redução da taxa de natalidade e de melhores acessos aos cuidados de saúde, constitui um ganho civilizacional. Contudo, o aumento do número de pessoas idosas, apesar dos avanços a que se encontra associado, introduz desafios educativos, sociais e organizacionais. Este capítulo aborda a relação entre envelhecimento e trabalho e as suas implicações ao nível pessoal, social e organizacional, destacando-se a aprendizagem ao longo da vida, a passagem à reforma, sua preparação e vivência, e a educação para o envelhecimento ativo.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/37258">
    <title>A gestão de recursos humanos nas organizações da economia social</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/37258</link>
    <description>Título próprio: A gestão de recursos humanos nas organizações da economia social
Autoria: Rebelo, B.
Editor: Moura, Cláudia
Resumo: Este capítulo tem como objetivo efetuar um retrato da Gestão de Recursos Humanos nas Organizações da Economia Social. Inicia-se com um&#xD;
breve enquadramento acerca da crescente importância da Economia Social&#xD;
e, de seguida, percorrem-se as principais áreas da gestão de recursos humanos, sobretudo as que promovem o desenvolvimento dos colaboradores e&#xD;
cuja missão deve ser conduzida pelo Gestor de Recursos Humanos, motivo pelo qual também se propõe um perfil de competencias. A concluir,&#xD;
procede-se a uma síntese das principais ideias partilhadas neste texto, na&#xD;
expetativa de deixar pistas e abrir caminho para nova produção de conhecimento nesta vertente</description>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/37169">
    <title>Media, jornalismo e dinâmicas da comunicação social em Portugal</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/37169</link>
    <description>Título próprio: Media, jornalismo e dinâmicas da comunicação social em Portugal
Autoria: Paisana, M.; Cardoso, G.; Pinto-Martinho, A.
Editor: Baldi, Vania
Resumo: Reivindicar o direito de não ser desinformado significa revindicar simultanea mente uma multiplicidade de direitos que lhe subjazem e que dele derivam. Viver numa sociedade democraticamente organizada em instituições, que em articulação entre si zelam pela convivência entre seres livres e responsáveis, implica de facto a existência de referências comuns, de sistemas de registo e documentação, sobre acontecimentos e diretrizes de relevância pública, aos quais todos possam constantemente recorrer. &#xD;
O direito de não ser desinformado, ao mesmo tempo, convoca para um conjunto de deveres que pressupõem o interesse pela manutenção da organização democrática da sociedade e a necessidade de monitorizar e proporcionar as obrigações recíprocas que formalmente envolvem todos os seus membros singulares e coletivos. Para o efeito, aos sistemas de registo e documentação de domínio público é requerida uma constante ponderação entre a exigência de serem permeáveis às demais ocorrências e instâncias provenientes do mundo social, como também garantes da sua inteligibilidade, explicabilidade e credibilidade.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/37168">
    <title>O reposicionamento do jornalismo no centro da luta pela verdade e pela sua auto-legitimação</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/37168</link>
    <description>Título próprio: O reposicionamento do jornalismo no centro da luta pela verdade e pela sua auto-legitimação
Autoria: Paisana, M.; Margato, A.
Editor: Baldi, Vania
Resumo: Tal como observado e discutido no capítulo relativo ao consumo de notícias em Portugal, as questões da confiança são fundamentais para o debate contemporâneo sobre os media e o papel do jornalismo. Na permanente luta pela sua legitimação, num quadro de aumento da circulação de conteúdos desinformativos e da polarização política um pouco por toda a Europa, a vulgarização do jornalismo de fact-checking tornou-se um instrumento fundamental neste processo. Nos últimos anos multiplicam-se as iniciativas de fact-checking nas mais diversas tipologias de meios noticiosos seja de forma independente (projetos jornalísticos dedicados especificamente ao fact-checking) ou como nova prática interna das redações ditas tradicionais (ou seja, o surgimento de estruturas internas dedicadas especificamente  à verificação).</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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