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    <title>Repositório Coleção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/425</link>
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    <dc:date>2026-04-04T10:43:06Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/35207">
    <title>Loures : As casas da revolução</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/35207</link>
    <description>Título próprio: Loures : As casas da revolução
Autoria: Marat-Mendes, Teresa; Borges, João Cunha; Fernandes, Rui del Pino; Lopes, Sara Silva; Afonso, Jorge
Resumo: “Loures: As Casas da Revolução” expõe projectos e material interpretativo sobre um&#xD;
conjunto de doze projectos de bairros de habitação construídos, ou iniciados, ao abrigo dos&#xD;
programas do Serviço de Apoio Ambulatório Local (SAAL) e da Comissão de Alojamento de&#xD;
Refugiados (CAR). À escala do bairro, é uma história excepcional de produção de habitação&#xD;
pública, congregando para isso o conhecimento e a criatividade de arquitectos, planeadores,&#xD;
paisagistas, engenheiros e sociólogos, durante o Processo Revolucionário que se seguiu ao&#xD;
golpe de Estado de 25 de Abril de 1974.&#xD;
O SAAL parece ter marcado um primeiro momento em que a crise habitacional das&#xD;
cidades foi assumida na sua real gravidade, levando a reivindicações concretas e de grande&#xD;
destaque na vida social e política durante o biénio revolucionário. Já o programa CAR&#xD;
procura responder a uma necessidade nova e, em larga medida, a uma crise emergencial,&#xD;
gerada por uma súbita massa migratória que se juntava a uma população frequentemente&#xD;
mal alojada.&#xD;
Loures é um testemunho da riqueza dessa história local. Na fronteira norte de&#xD;
Lisboa, foi um território fortemente marcado pela industrialização e pela torrencial afluência&#xD;
de camponeses proletarizados, que se foram fixando, sobretudo em bairros especulativos&#xD;
e em casas decrépitas, mais tarde em loteamentos clandestinos construídos em quintas&#xD;
decaídas. Com uma população trabalhadora numerosa e pobre, Loures foi, sem surpresas,&#xD;
um território de intensa actividade revolucionária, de que também é testemunho a grande&#xD;
quantidade de projectos SAAL ali produzidos, a que se juntam ainda dois Bairros CAR&#xD;
Se é importante compreender como surgiram estes projectos e como chegaram –&#xD;
se chegaram – a concretizar-se, é igualmente importante perceber como se encontram,&#xD;
passados 50 anos da Revolução. O levantamento aqui apresentado, desde material&#xD;
arquivístico até retratos da população residente nada mais é do que a vontade de criar uma&#xD;
plataforma para a discussão do futuro destes territórios, discussão essa que se quer&#xD;
participada pelo cruzamento dos poderes locais e das vontades populares. Uma primeira&#xD;
abordagem a um tema sobre o qual muito há ainda a descobrir.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/34793">
    <title>O Cinema em Portugal: Diagnóstico do setor do cinema e audiovisual em Portugal e avaliação do Plano Estratégico 2014-18</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/34793</link>
    <description>Título próprio: O Cinema em Portugal: Diagnóstico do setor do cinema e audiovisual em Portugal e avaliação do Plano Estratégico 2014-18
Autoria: Costa, Pedro; Tomaz, Elisabete; Venâncio Lopes, Ricardo; Almeida, Rodrigo
Resumo: Esta obra consiste na publicação em livro de uma versão revista do relatório “Diagnóstico do Setor do Cinema&#xD;
e Audiovisual em Portugal e Avaliação do Plano Estratégico 2014-18”, apresentado por uma equipa do&#xD;
DINAMIA’CET’-iscte ao Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), em novembro de 2021. Conforme se descreve&#xD;
na introdução, apresenta o resultado final de um trabalho realizado pelo DINAMIA’CET-iscte, para o ICA, no&#xD;
âmbito dos trabalhos preparatórios para a elaboração do plano estratégico plurianual para o cinema e&#xD;
audiovisual para os anos 2021-2025. O trabalho foi entregue ao ICA no final de 2021, tendo posteriormente&#xD;
sido utilizado por esta instituição para a preparação do plano estratégico respetivo. Estando essa etapa já&#xD;
concluída, e tendo sido o relatório já disponibilizado, no site do ICA, no início deste ano de 2024, vem por&#xD;
este meio o DINAMIA’CET-iscte assumir o papel de o publicar também em formato livro, de forma a potenciar&#xD;
a sua circulação e disseminação, em particular junto dos agentes do setor e do público em geral interessado&#xD;
na evolução do setor do cinema em Portugal. Opta-se por manter o texto original, tal como foi disponibilizado&#xD;
e entregue no final de 2021, tendo sido apenas revisto, editado e formatado para efeitos de publicação, mas&#xD;
sem qualquer alteração de conteúdo. Não obstante todas as evoluções que se possam ter verificado no setor&#xD;
e na política para o cinema e audiovisual em Portugal posteriormente, esta opção justifica-se face aos&#xD;
objetivos do trabalho (que tinha o propósito utilitário de ser uma ferramenta para o processo de reflexão&#xD;
estratégica desencadeado pelo ICA), sendo portanto inviável, e mesmo indesejável, uma atualização à data&#xD;
atual de toda a informação (estatística e outra) recolhida e disponibilizada no relatório, que reporta à máxima&#xD;
atualização possível à data respetiva. Isso não obsta, no entanto, a que nos parecesse indispensável uma&#xD;
devolução condigna dos resultados do trabalho realizado a toda a comunidade interessada pelo cinema em&#xD;
Portugal, e em particular a todos aqueles que colaboraram connosco neste diagnóstico, por várias vias.&#xD;
Esperamos que nele se reconheçam e que ele possa ser também útil para a sua atuação quotidiana.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/14737">
    <title>Laboratório Colaborativo: dinâmicas urbanas, património, artes. II - Seminário de investigação, ensino e difusão</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/14737</link>
    <description>Título próprio: Laboratório Colaborativo: dinâmicas urbanas, património, artes. II - Seminário de investigação, ensino e difusão
Autoria: André, P.; Rodrigues, P. S.
Resumo: De acordo com os objectivos principais da actual política de ciência e tecnologia do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, tendo em conta a “complexidade do real” (Edgar Morin), e de acordo com a diversificação e espacialização institucional do Ensino Superior, importa animar a capacidade das instituições e unidades de I&amp;D para colaborarem entre si e com múltiplos agentes, promovendo ambientes criativos e de reunião de massa critica. Num caldear da investigação derivada pela curiosidade académica (“Frontier Research”), e da investigação baseada na prática (“Practice-based Research”), no sentido de estimular novas agendas de investigação, ensino e difusão, entre instituições científicas de Ensino Superior, e Centros de Investigação (DINÂMIA’CET-IUL; CHAIA; IHA), o Laboratório Colaborativo: dinâmicas urbanas, património, artes, II Seminário de investigação, ensino e difusão, enquadra-se no desafio e objectivo de facilitar a densificação de actividades baseadas no conhecimento com potencial valor socioeconómico, integrando os desafios societais contemporâneos, procurando uma efectiva ligação externa às instituições da cultura, e ainda facilitador de novo conhecimento de criatividade e de difusão, numa crescente partilha e participação pública, suportado por uma cultura de diálogo e uma contínua e estimulante reflexão critica.</description>
    <dc:date>2017-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/12359">
    <title>Arquitectura Popular. Tradição e Vanguarda</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/12359</link>
    <description>Título próprio: Arquitectura Popular. Tradição e Vanguarda
Editor: André, Paula; Sambricio, Carlos
Resumo: O livro “Arquitectura Popular. Tradição e Vanguarda”, propõe uma sistematização historiográfica, uma reflexão teórica e uma abordagem contemporânea da arquitectura popular, num abrangente arco temporal de finais do século XIX a finais do século XX, colocando em paralelo e em confronto Portugal e Espanha, inseridos no contexto Europeu. A atenção e o foco centrado na arquitectura popular, parte integrante da cultura arquitectónica nacional em cada momento, insere-se num contexto mais vasto, de valorização da geografia como matriz, de propaganda das diferentes regiões nacionais, de valorização do mundo rural, e da construção de uma imagética iconográfica de um passado, tudo em prol de definição de um carácter nacional.&#xD;
Os olhares, as leituras, e as interpretações do mundo popular levadas a cabo por antropólogos, etnólogos, geógrafos, engenheiros agrónomos, e arquitectos, permitem posicionar o popular como uma plataforma entre o tradicional e o moderno, oscilando entre uma manipulação dirigida pelo poder, e uma alternativa desejada pela vanguarda. Os conceitos operativos são normalmente colocados em confronto nas mais diversas variantes: tradição vs modernidade; nacional vs internacional; verdadeiro vs supérfluo; academismo vs vanguardismo; erudito vs vernáculo. O livro procura assim desenvolver um exercício de história comparada, como reflexão conjunta de problemas que foram comuns e singulares, e que caracterizaram o debate e a cultura arquitectónica de ambos os países.</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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