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    <title>Repositório Coleção:</title>
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    <dc:date>2026-04-04T07:27:49Z</dc:date>
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    <title>Democracia cultural e políticas públicas: O papel do associativismo popular</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/32640</link>
    <description>Título próprio: Democracia cultural e políticas públicas: O papel do associativismo popular
Autoria: Neves, J. S.; Lima, M. J.; Santos, J.; Macedo, S.C.; Martins, A.; Pratas, S.; Chainho-Pereira, J.; Nunes, N.
Resumo: A temática da democracia cultural e a relevância do associativismo popular e das políticas públicas que a poderão consolidar, constituem desafios centrais para o aprofundamento da sociedade e democracia portuguesas. Este é um artigo introdutório que visa abrir horizontes de investigação sobre as relações entre o que está consagrado na Constituição da República Portuguesa em relação à cultura enquanto bem público, de e para todos, com os meios para a sua efetiva concretização, nomeadamente através das associações populares e de adequadas políticas públicas. Naturalmente, que os objetivos de produção cultural não se esgotam neste triângulo relacional democracia cultural-associativismo popular-políticas públicas, mas certamente que ele é incontornável para um desenvolvimento cultural mais diverso, justo, inclusivo e integral. O artigo começa por discutir as diversas opções de geometria variável que as sociedades poderão tomar entre a democratização cultural e/ou a democracia cultural, discussão que marca as principais opções culturais contemporâneas, bem como o papel que o contexto associativo português assume atualmente. Para esta discussão, o Inquérito Nacional às Associações de Cultura, Recreio e Desporto, principal instrumento metodológico deste artigo, constituiu a base para uma mais apurada compreensão das práticas culturais no associativismo popular português, e para alguma reflexão sobre problemas e obstáculos que se colocam a uma política associativa cultural para o nosso país.</description>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/28714">
    <title>O património imóvel avesso à estatística? Os Monumentos Nacionais e o acesso público</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/28714</link>
    <description>Título próprio: O património imóvel avesso à estatística? Os Monumentos Nacionais e o acesso público
Autoria: Santos, J.; Macedo, S. C.; Neves, J. S.; Miranda, A. P.
Resumo: Discute-se neste artigo a questão das estatísticas oficiais nacionais para aferição da matéria do acesso público e dos visitantes do património cultural imóvel em Portugal. A metodologia é quantitativa, de inquérito por questionário, cujo preenchimento foi solicitado aos responsáveis dos Monumentos Nacionais, e que incidiu nas seguintes dimensões: acesso, visitantes, valências, pessoal afeto e atividades. O trabalho de campo decorreu em dois anos: 2019, com recolha de dados referentes a 2017 e 2018 e em 2020 com dados referentes a 2019. A base empírica é constituída por MN visitáveis (n=172 em 2019 e n=166 em 2020).  Os resultados obtidos são apresentados em dois planos: a caracterização dos MN inquiridos e o volume e evolução dos visitantes.&#xD;
Ao contrário do que a ausência prolongada de estatísticas nacionais sobre o património cultural imóvel deixaria supor, não se trata de um domínio avesso à sua medição. Se isso pode ser assim para o conjunto do património classificado, muito heterogéneo de vários pontos de vista, demonstra-se que uma parte relevante, constituída pelos Monumentos Nacionais visitáveis, pode, e deve ser objeto de inquérito regular tal como acontece com outros equipamentos e atividades culturais.; This article discusses the issue of using national official statistics to measure public access to&#xD;
immovable cultural heritage in Portugal. The methodology is quantitative, with recourse to a survey&#xD;
focused on the following dimensions: access, visitors, valences, personal and activities, answered by&#xD;
the responsible person in charge of each National Monument (NM) surveyed. The fieldwork took place in 2019 and 2020 and collected data for the period 2017 to 2019. The empirical basis consists of visitable NM (n=172 in 2019 and n=166 in 2020). The results obtained are presented in two plans: the&#xD;
characterization of the surveyed NM and the volume and evolution of their visitors.&#xD;
Contrary to what the extended absence of national statistics on built cultural heritage would suggest,&#xD;
this is not a domain averse to its measurement. If this is can be appointed for the entire universe of built&#xD;
cultural heritage, very heterogeneous from various points of view, it is demonstrated that a relevant&#xD;
part, the visitable NM, can, and should be subject to regular surveys as in other cultural equipment and&#xD;
activities.</description>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/26821">
    <title>Públicos e participação em museus. Um modelo interpretativo de sugestões pós-visita</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/26821</link>
    <description>Título próprio: Públicos e participação em museus. Um modelo interpretativo de sugestões pós-visita
Autoria: Lima, M. J.; Neves, J. S.; Apolinário, S.
Resumo: Os públicos têm ganho crescente importância enquanto agentes das instituições culturais, de modo que a auscultação dos seus discursos e avaliações sobre as instituições e sobre os produtos culturais constituem relevantes instrumentos para a gestão da missão cultural e para as políticas culturais. Importante componente de participação e de avaliação, a recolha das opiniões e sugestões dos visitantes das instituições museais revela potencialidades na medida em que o próprio discurso dos atores é objeto de análise. Um modelo analítico que dê sentido às opiniões e sugestões dos públicos com vista à sua incorporação no planeamento e gestão das instituições museais é um passo importante nesse sentido. Este artigo versa sobre uma grelha de análise de testemunhos escritos após a visita a museus e exposições. A sua construção foi realizada no âmbito do Estudo de Públicos de Museus Nacionais (EPMN), que incluiu um universo de 14 museus (n= 6.656) (Neves e Mourão, 2016). Num segundo momento, e partindo da base empírica dos estudos destes museus, foi aplicada na análise dos públicos regulares (n= 912) no Grupo de Projeto Museus no Futuro (Camacho, 2021). A grelha foi novamente aplicada e testada no contexto de outra recolha empírica em 2019, sobre os públicos de uma exposição temporária - Loulé: Territórios, Memórias e Identidades (LTMI) - que decorreu no Museu Nacional de Arqueologia (Neves, Santos e Apolinário, 2020). Neste artigo, faz-se um enquadramento teórico sobre os públicos e sua relevância para as instituições museais, apresenta-se a metodologia subjacente à construção da grelha interpretativa e explicita-se as ilações descorrente da sua aplicação. Concluímos que as sucessivas aplicações da grelha permitem sustentar a adequação e pertinência do modelo e as condições da sua generalização à análise das opiniões e sugestões, em contextos diferenciados, e a solicitações também diversas tanto do ponto de vista teórico como empírico</description>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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