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    <title>Repositório Comunidade:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/2095</link>
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    <dc:date>2026-05-19T13:23:45Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/37286">
    <title>Com tudo o que temos: Recursos para um velho “problema da habitação” em Portugal</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/37286</link>
    <description>Título próprio: Com tudo o que temos: Recursos para um velho “problema da habitação” em Portugal
Autoria: Agarez, R.
Editor: Novais, Teresa; Pereira, Luís Tavares
Resumo: O meu contributo para a iniciativa Mais do que Casas discute a possibilidade de utilizar o nosso conhecimento histórico dos primeiros cem anos de políticas de apoio à habitação em Portugal, e a produção de fogos correspondente, para nos preparar para enfrentar a atual crise de habitação no país. Ao examinar um ciclo de políticas que teve início na intervenção reticente do Estado e culminou na retirada deste, levando a bairros degradados e apenas parcialmente utilizados, preços elevados e o presente sentido de urgência que atinge as classes média e média-baixa, proponho uma reflexão sobre como pode a história da habitação apoiada em Portugal constituir uma chave relevante na procura de novas soluções.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/37264">
    <title>11º COLÓQUIO Arquitectura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/37264</link>
    <description>Título próprio: 11º COLÓQUIO Arquitectura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos
Editor: André, Paula
Resumo: As cidades são obras de arte (Lefebvre, 1998), projetos partilhados (Montgomery, 2013) e construídos a várias mãos que devem servir, de uma forma democrática e inclusiva, todos os interesses. Atualmente, o planeamento e a gestão urbana apresentam vários desafios aos gestores urbanos, principalmente, às autarquias, que a academia ajuda a enquadrar, analisar e solucionar, segundo as suas várias áreas temáticas.&#xD;
Na área do ambiente, há uma preocupação crescente com a reutilização e a reciclagem de materiais, com a redução da poluição urbana, com a mitigação dos eventos de precipitação ou de seca extrema e o aumento da temperatura do ar, de que são exemplo o fenómeno das ilhas de calor e a subida do nível médio das águas do mar. Na mobilidade, destaca-se a necessidade de diminuir as deslocações diárias e o tráfego congestionado, implementando-se soluções de mobilidade suave e ativa e apostando nos transportes coletivos, medidas que se traduzem, também, numa cidade mais saudável para todos. No planeamento, opta-se por modelos de cidade de proximidade, diversificando e aumentando a oferta funcional dos bairros, criando espaços públicos confortáveis, onde apetece parar, estar e viver.&#xD;
Em todas estas questões, a utilização da inteligência artificial é um poderoso auxiliar, com a analítica de dados a influenciar o planeamento urbano e a tomada de decisão, a implementação do BIM a centralizar em modelos 3D a informação urbana, os digital twins a apoiarem a monitorização e a previsão de fenómenos urbanos extremos, a prevenção de catástrofes, e a possibilitarem a concretização de propostas urbanas rápidas e eficientes que respondam às necessidades das populações, nomeadamente, no campo da oferta de habitação.&#xD;
Mas, se por um lado, a tecnologia é um apoio essencial na análise e na construção de espaço urbano, por outro lado, o seu uso obsessivo está a desconectar os corpos dos territórios, o cidadão e a cidade, empobrecendo a literacia sensorial e urbana que os deveria reger na orientação e na ocupação do espaço, criando inseguranças, medos e um conhecimento dos territórios baseado em narrativas subjetivas e não na experiência própria do corpo.&#xD;
Por tudo isto, refletir sobre os territórios metropolitanos contemporâneos, apresentando soluções que respondam, de forma equilibrada a todas as questões, é um processo complexo e um desafio que a todos cabe: à academia, que os investiga, conhecendo o seu passado e o seu presente, para assim propor ações e intervenções futuras onde cabem a inovação e a utopia; às autarquias, que têm a seu cargo, entre outros, o planeamento e a gestão urbanos; aos cidadãos, através da participação cívica, do seu comportamento e uso do espaço.&#xD;
O Colóquio Arquitetura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos, na sua 11ª edição, é um espaço de excelência para a discussão partilhada entre a Academia, a Câmara Municipal de Lisboa e os cidadãos, ao trazer para o debate partilhado temas que a todos importam. O Centro de Informação Urbana de Lisboa, na sua missão de conectar a autarquia e a academia, promovendo e divulgando “informação urbana de Lisboa e conhecimento sobre urbanismo, incentivando a aprendizagem, reflexão, participação e cocriação de soluções para o desenvolvimento sustentável da cidade”, congratula-se por ser, uma vez mais, o canal para que esse diálogo se estabeleça e fortaleça.; O 11º Colóquio do Doutoramento em Arquitectura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos do Iscte do Instituto Universitário de Lisboa assume-se como um amplo espaço de debate plural, em compromisso com os actuais desafios, valorizando o diálogo, a investigação, e definindo colectivamente questões. Acreditamos que se pode gerar conhecimento novo a partir de interações e conexões com todo o ecossistema da cultura arquitectónica, desafiando narrativas hegemónicas e conceitos dominantes, fomentando intercâmbios transculturais que contemplem a interdisciplinaridade, a inclusividade, a sustentabilidade e a inovação, matriciais e estruturais no Iscte - Instituto Universitário de Lisboa.&#xD;
As investigações em curso, integradas nos centros DINÂMIA’CET-Iscte (Centro de Estudos sobre a Mudança Socioeconómica e o Território) e ISTAR-IUL (Centro de Investigação em Ciências da Informação, Tecnologias e Arquitetura), e apresentadas neste 11º Colóquio, agregam as novas constelações que compõem os territórios metropolitanos e revelam o potencial da dinâmica mutável das relações espaço temporais num múltiplo entrelaçado de sobreposições, cruzamentos, e fusões, numa pluralidade de abordagens, de experiências, e reunindo um conjunto alargado de temáticas. Desde a equidade, a ecologia, os ecossistemas, e o valor patrimonial da paisagem, passando pela reutilização adaptativa e pela transformação de edifícios, assumindo a história como uma ferramenta operativa e crítica para situar a prática arquitectónica dentro de temporalidades complexas e interconectadas, sempre cientes que cada recuo implica uma preocupação com o presente e com o futuro. Desde as políticas do espaço público, aos espaços funcionalmente ambíguos, às múltiplas dimensões do corpo, da arte, da mediação, das identidades, dos espaços de resistência, e à condição espacial de limiar. Desde as políticas da habitação e ao questionamento do seu futuro, passando pela fotografia como instrumento de reflexão contemporânea e de questionamento disciplinar, e pela cidade como narrativa, incluindo as ferramentas digitais, o design especulativo e os territórios colaborativos e da participação, entre muitas outras. Essas investigações são realizadas em abordagens multi-escalares que vão da long durée (Fernand Braudel), à micro-história (Carlo Ginsburg; Giovanni Levi), e dos estudos subalternos (Ranajit Guha), aos production studies (Sergio Ferro; Christine Wall), valorizando o trabalho de campo, porque há que se ir às coisas (Ruth Verde Zein), os testemunhos orais e os arquivos, naturalmente repensados na era da inteligência artificial, e entendidos como sistemas activos que apoiam a criação de novo conhecimento. Explorando criticamente vias preestabelecidas ou explorando novas formas de intervir sobre o existente a partir de enfoques experimentais e críticos, o desafio de abordar as complexidades socioeconómicas, as estruturas de governança e as dinâmicas interdisciplinares, não deve esquecer o espaço público como estrutura activa da democracia (Angélica Benatti Alvim).&#xD;
Assumindo este colóquio como um território, e entendendo a arquitectura como parte de um sistema aberto de relações e desequilíbrios, de ambientes mediáticos e de redes de comunicação e visualização, e sentindo uma obrigação moral em compartilhar experiências, este encontro, na senda do papel da arquitectura como catalisadora do engajamento democrático, da coesão social e da equidade (União Internacional dos Arquitectos), é também um espaço de transferência de conhecimento para a sociedade, um espaço para ouvir e para procurar compreender o poder transformador da arquitectura, relembrando que “há mundos submersos, que só o silêncio da poesia penetra” (Conceição Evaristo).</description>
    <dc:date>2026-05-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/37262">
    <title>From Portuguese colonial representations to racist endorsement: Investigating correlational and causal paths</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/37262</link>
    <description>Título próprio: From Portuguese colonial representations to racist endorsement: Investigating correlational and causal paths
Autoria: Meuer, F.; Guerra, R.; Madeira, F.; Valentim, J. P.
Resumo: Dominant social representations of history play a central role in shaping how societies interpret the past and regulate intergroup relations in the present. Yet empirical evidence on how historical narratives causally influence racist beliefs remains limited. Drawing on the Social Representations of History framework, the present research examines how dominant and counter-representations of colonial history relate to the endorsement of biological and cultural racism. Focusing on the Portuguese context, where colonial history is often narrated through a positive and benevolent lens grounded in the ideology of Luso-tropicalism—the belief that Portuguese colonialism was uniquely tolerant and benign—we investigate both correlational and causal pathways linking these representations to racist attitudes. In Study 1 (N = 216), using data from CRONOS-2, part of the European Social Survey Round 10, we show that endorsement of Luso-tropicalist beliefs predicts higher levels of both biological and cultural racism, above and beyond age and education. In Study 2 (N = 220), we experimentally manipulated representations of colonial history using three conditions: a positive representation derived from a textbook, a negative representation, and a neutral control. Results indicate that biological racism was significantly lower when colonial history was presented in a negative frame compared to a combined positive and neutral representation, while no significant differences emerged for cultural racism. Together, findings from Study 1 and Study 2 provide novel evidence that counter, negative representations of colonial history can attenuate racist beliefs. By integrating correlational and experimental evidence, this research contributes to broader debates on social representations of history as political projects with enduring consequences for contemporary intergroup relations.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10071/37259">
    <title>Re-entries into residential care: An ecological perspective from professionals views</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10071/37259</link>
    <description>Título próprio: Re-entries into residential care: An ecological perspective from professionals views
Autoria: Marques, C.; Baptista, J.; Magalhães, E.
Resumo: The objective of this study was to gain insight into the phenomenon of re-entries into Residential Care (RC) facilities from the perspective of professionals within the Child Protection System (CPS). The present study, guided by the bio-ecological model, sought to examine the consequences of re-entry, the factors that contribute to its occurrence, and potential improvements to be made to the CPS to prevent re-entry. Twenty female professionals (aged 26–54) from child protection agencies and RC facilities participated in semi-structured interviews. Thematic analysis yielded 14 themes and 42 subthemes. The findings suggest the deleterious effects of re-entry on children and youth, families, and the CPS itself. These impacts are attributed to factors spanning multiple levels, including the children and youth (e.g., mental health problems), the family (e.g., lack of parenting skills), and the CPS (e.g., inadequate supervision). Proposed strategies for the prevention of re-entries include the implementation of comprehensive assessments prior to the discharge of children and youth from care facilities, the provision of ongoing intensive interventions with parents in natural settings both before and after the removal of the children and youth from the family home, and the undertaking of preparatory work with the children and youth person themselves, with a view to equipping them with the skills and knowledge required to manage expectations and behaviours upon their return home. This study highlights the complexity of re-entries into residential care and emphasises the need for further investigation.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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