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  <title>Repositório Coleção:</title>
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  <updated>2026-04-20T09:04:59Z</updated>
  <dc:date>2026-04-20T09:04:59Z</dc:date>
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    <title>Dez anos de relações luso alemãs: 1950-1968</title>
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      <name>Fonseca, A. M.</name>
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    <updated>2018-01-26T02:26:11Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Dez anos de relações luso alemãs: 1950-1968
Autoria: Fonseca, A. M.
Resumo: As relações entre Portugal e a Alemanha Federal, entre 1958 e 1968, foram fortemente marcadas pela cooperação militar. Se, a princípio, as relações militares foram apenas afectadas marginalmente pelos constrangimentos políticos, no final da década de 1960 eram já esses constrangimentos que dominavam as relações luso-alemãs. Neste período, Portugal autorizou a utilização pela Força Aérea alemã de uma base aérea (Beja), que serviria para o treino dos seus pilotos, em tempo de paz, e para apoio logístico e estratégico, caso deflagrasse a guerra na Europa. Como contrapartida, Portugal obteve da RFA armamento e equipamentos militares (aviões, metralhadoras, munições, etc.) imprescindíveis para a sobrevivência militar do regime durante as guerras coloniais.</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Da criação da UNESCO à adesão de Portugal (1946-1965)</title>
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      <name>Rodrigues, L. N.</name>
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    <updated>2018-01-22T02:29:04Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Da criação da UNESCO à adesão de Portugal (1946-1965)
Autoria: Rodrigues, L. N.
Resumo: Este artigo aborda a relação entre Portugal e a UNESCO, desde a fundação deste organismo até à adesão portuguesa em 1965. Numa primeira parte veremos como o Governo de Salazar chegou a ponderar um eventual pedido de adesão à UNESCO como compensação pelo desaire representado pelo veto soviético à participação portuguesa na ONU, e examinaremos as razões que o levaram a desistir dessa hipótese. De seguida mostraremos como a firme resistência de Lisboa a qualquer espécie de interferência externa nas suas questões ultramarinas contribuiu para retardar a adesão de Portugal à UNESCO até 1965, dez anos após o ingresso do país na ONU, e de como a eclosão da guerra colonial na África portuguesa tornou ainda mais tensos os contactos do Estado Novo com esse organismo internacional.</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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