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  <title>Repositório Coleção:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10071/2102</id>
  <updated>2026-05-15T08:37:13Z</updated>
  <dc:date>2026-05-15T08:37:13Z</dc:date>
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    <title>Na interseção entre sexualidade e deficiência assistência sexual, uma questão de direito ou justiça sexual</title>
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      <name>Pinho, A.</name>
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      <name>Oliveira, J. M. de</name>
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      <name>Nogueira, C.</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10071/37239</id>
    <updated>2026-05-13T08:27:13Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Na interseção entre sexualidade e deficiência assistência sexual, uma questão de direito ou justiça sexual
Autoria: Pinho, A.; Oliveira, J. M. de; Nogueira, C.
Editor: Rodrigues Junior, Oswaldo Martins; Zeglio, Carla</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Representações de vinculação em idade pré-escolar e autoconceito: O papel do sexo e competência verbal das crianças</title>
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      <name>Nobre, D.</name>
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      <name>Monteiro, L.</name>
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      <name>Santos, C.</name>
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      <name>Correia, N.</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10071/36768</id>
    <updated>2026-03-31T08:34:47Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Representações de vinculação em idade pré-escolar e autoconceito: O papel do sexo e competência verbal das crianças
Autoria: Nobre, D.; Monteiro, L.; Santos, C.; Correia, N.
Editor: Magalhães, Eunice; Monteiro, Lígia; Calheiros, Maria Manuela
Resumo: No contexto da teoria da vinculação, os modelos internos dinâmicos de vinculação e do self encontram-se, desde a sua génese, interligados. A literatura indica que estas representações se desenvolvem de forma complementar, no entanto, são ainda poucas as contribuições empíricas que analisam esta relação na idade pré-escolar. O presente estudo teve por objetivo compreender as relações entre as representações mentais de vinculação de crianças, em idade pré-escolar, e o seu autoconceito, controlando o QI verbal e o sexo das crianças. Participaram 54 crianças (30 rapazes), entre os 45 e os 76 meses. As representações de vinculação foram avaliadas através do Attachment Story Completation Task e o autoconceito através da The Pictorial Scale of Perceived Competence and Social Acceptance for Young Children. Os resultados obtidos indicam que crianças com valores de segurança (representações de vinculação) mais elevados se percecionam como mais competentes no domínio cognitivo do autoconceito. Não se encontraram associações com o QI verbal ou com o sexo da criança, para nenhuma das variáveis em estudo.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Associações entre a relação coparental e as práticas parentais do pai: O papel mediador do stress parental</title>
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      <name>Vasconcelos, M.</name>
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      <name>Camilo, C.</name>
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      <name>Monteiro, L.</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10071/36766</id>
    <updated>2026-03-31T08:14:07Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Associações entre a relação coparental e as práticas parentais do pai: O papel mediador do stress parental
Autoria: Vasconcelos, M.; Camilo, C.; Monteiro, L.
Editor: Magalhães, Eunice; Monteiro,  Lígia; Calheiros, Maria Manuela
Resumo: Segundo alguns autores a paternidade, sobretudo nos primeiros anos, é particularmente influenciada pelo que acontece no microssistema familiar. O presente estudo visou contribuir para o estudo da parentalidade, com particular enfoque no pai, considerando diferentes níveis de variáveis, individuais e contextuais. Teve, assim, como objetivo analisar as relações entre a qualidade da relação coparental, na perspetiva do pai, e as suas práticas parentais, testando-se o papel mediador do stress parental. Participaram 98 pais casados ou em união de facto (a viverem com a mãe do seu filho/a), com crianças em idade pré-escolar. Foi testado um modelo de mediação de forma a explorar o papel mediador das diferentes dimensões do stress parental na relação entre o suporte e a sabotagem coparental e as práticas parentais de cuidado e de restritividade, controlando o número de horas de trabalho do pai e rendimento familiar. Obteve-se um efeito indireto significativo do suporte coparental nas práticas parentais de cuidado via satisfação parental, sugerindo que mais suporte coparental está associado a maior satisfação parental do pai, o que por sua vez leva a mais práticas de cuidado do pai. Verificaram-se, ainda, efeitos diretos significativos entre a sabotagem e o suporte coparental e os stressores parentais e falta de controlo, assim como da sabotagem coparental nas práticas parentais de cuidado. Estes resultados contribuem para a discussão sobre o papel do pai, salientando a importância da coparentalidade no exercício da paternidade.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Co-construir em diálogo e contexto: Conceitos e práticas para uma aprendizagem activa</title>
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      <name>Soares, S.</name>
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      <name>Jerónimo, R.</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10071/36482</id>
    <updated>2026-03-04T12:10:19Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Co-construir em diálogo e contexto: Conceitos e práticas para uma aprendizagem activa
Autoria: Soares, S.; Jerónimo, R.
Editor: Pintassilgo, Sónia; Almeida, Alexandre; Nunes, Ana Catarina; Soares, Helena; Correia, Isabel; Costa, Patrícia Dinis; Baldi,  Vania; Isaac, David; Lage, Henrique; Saavedra,Beatriz; Ribeiro, Gonçalo Tomé; Alvito, Helena
Resumo: Neste capítulo, teremos como objectivo partilhar o enquadramento teórico através do qual ancoramos a nossa concepção de uma aprendizagem activa e perspectivamos que esta possa conduzir a um pensamento complexo e profundo. O Construtivismo será o cerne epistemológico proposto, com a Aprendizagem Dialógica e a Aprendizagem Situada emergindo como duas das suas ramificações. Crucialmente, enquanto o foco destas preocupações tende a ser os resultados da aprendizagem, estaremos primariamente preocupadas com o processo da aprendizagem, que acreditamos poder incorporar mais plenamente a componente de avaliação/resultados. Partiremos também do input gerado pelas duas sessões de formação para docentes que facilitámos para enriquecer as nossas reflexões sobre este tema, e especificaremos algumas práticas pedagógicas que incorporam os princípios discutidos e as orientações propostas.&#xD;
Tomaremos o caso particular da difusão do uso de Inteligência Artificial e de Large Language Models como o ChatGPT, que têm suscitado na educação formal receios relacionados com disseminação e apreensão de informação incorrecta ou falsa, e com a integridade do trabalho desenvolvido. A par de outros desenvolvimentos tecnológicos, como computadores e internet, não vemos a incorporação da Inteligência Artificial na educação como uma ameaça em si, mas antes como um sintoma de um problema mais profundo que torna a sua incorporação uma ameaça: a quebra no pensamento complexo (i.e., crítico e criativo). A inevitabilidade da convivência com estas tecnologias torna-se, para nós, uma oportunidade para reflectir sobre as limitações das abordagens e metodologias pedagógicas actuais e para as transformar com vista a promover uma aprendizagem realmente significativa e profunda.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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