<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>Repositório Coleção:</title>
  <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/2097" />
  <subtitle />
  <id>http://hdl.handle.net/10071/2097</id>
  <updated>2026-04-18T00:46:58Z</updated>
  <dc:date>2026-04-18T00:46:58Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Beleza para consumo: Estereótipos midiáticos na publicidade sobre corpo feminino, pressão estética e responsabilidade social no Brasil e Portugal</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/36885" />
    <author>
      <name>Oliveira, H.</name>
    </author>
    <author>
      <name>Sanches, R.</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/36885</id>
    <updated>2026-04-14T11:17:56Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Beleza para consumo: Estereótipos midiáticos na publicidade sobre corpo feminino, pressão estética e responsabilidade social no Brasil e Portugal
Autoria: Oliveira, H.; Sanches, R.
Editor: Nogueira, Rosana Maria; Sanches, Rodrigo Daniel; Silva, Osvaldinete Lopes de Oliveira; Brasioli, Marli; Pupolin, Welliton Donizet
Resumo: O padrão de beleza como conceito histórico-cultural tem sido uma&#xD;
constante em todas as sociedades ao longo da história, independentemente&#xD;
de serem orientais ou ocidentais, conforme afirmam Banet-Weiser (2012),&#xD;
Wolf (2018) e Kilbourne (1999). No entanto, a criação de um ideal estético&#xD;
não surge isoladamente, tendo em conta como é influenciado por contextos&#xD;
históricos, sociais, ideológicos, econômicos, culturais, religiosos e políticos&#xD;
que, por diversos meios, propagam e modelam o discurso sobre os corpos&#xD;
aceitáveis no subconsciente coletivo, de acordo com Oliveira e Lapa (2022),&#xD;
Sanches e Herculino (2021), Mota-Ribeiro (2003; 2005) e Goffman (1979).&#xD;
Nesse sentido, segundo autores, também referências na temática, como&#xD;
Veríssimo (2021), Berger (1999), Kilbourne (1999) e Karl (1994), os meios&#xD;
massivos, especialmente a mídia eletrônica, continuam a fornecer imagens de&#xD;
celebridades e modelos femininos corporificados nesse padrão para o grande&#xD;
público em um nível sem precedentes desde o século XX.&#xD;
Essas imagens, sendo acessíveis em uma base diária, são reforçadas ainda&#xD;
mais quando se trata de redes sociais digitais (Castells, 2005), promovendo&#xD;
sérios problemas de saúde tanto física quanto mental, como dismorfia corporal, anorexia, bulimia, depressão e ansiedade, como apontam pesquisas&#xD;
234 NSE&#xD;
internacionais recentes de Chalermchutidej et al. (2023) e Vall-Roqué et&#xD;
al. (2021); em contexto brasileiro, como apontam Wroblevski et al. (2022);&#xD;
e, em contexto português, Moreira (2022). A pandemia global de COVID-19&#xD;
intensificou a situação (Oliveira et al., 2023), uma vez que, com todos os confinamentos obrigatórios, crianças e adolescentes passaram a utilizar cada vez&#xD;
mais os meios digitais (Reis; Silva, 2024; Oliveira; Veríssimo, 2022; Pinto et al.,&#xD;
2022; Brito et al., 2020). &#xD;
Durante a pandemia mundial do vírus da COVID-19, Pinto et al. (2022) e&#xD;
Brito et al. (2020) investigaram os impactos das redes sociais na saúde mental&#xD;
de jovens, com foco na percepção do corpo e da imagem corporal. Em uma análise de um grupo de jovens do contexto português, Pinto et al. (2022) revelam&#xD;
que estudantes universitários enfrentaram maior vulnerabilidade em relação&#xD;
à autoimagem e à saúde mental, com a pandemia exacerbando sentimentos de&#xD;
insatisfação corporal devido ao aumento do uso das redes sociais, que intensificou a exposição a padrões de beleza inatingíveis. Nesse sentido, em contexto&#xD;
brasileiro, Brito et al. (2020) destacam como adolescentes experimentaram&#xD;
uma maior pressão estética e insatisfação com a imagem corporal durante&#xD;
o confinamento, resultado do aumento no consumo de conteúdo online que&#xD;
promove ideais de beleza, levando a comparações prejudiciais. Nota-se que&#xD;
em ambos os estudos há uma indicação de que o maior uso das redes sociais&#xD;
durante a pandemia elevou a ansiedade, baixa autoestima e distorção da&#xD;
imagem corporal entre jovens em Portugal e no Brasil, tal como apontam Reis&#xD;
e Silva (2024), ressaltando a necessidade de intervenções para mitigar esses&#xD;
efeitos negativos na saúde mental.&#xD;
Com a intenção de examinar a forma como as marcas vêm desenvolvendo sua comunicação publicitária ante a esse problema de saúde pública, o&#xD;
presente trabalho realizou, através do método de análise de conteúdo, uma&#xD;
reflexão a partir das campanhas Projeto Pela Autoestima – O Custo da Beleza da&#xD;
marca Dove, veiculada em Portugal e no Brasil, tendo em conta o aumento de&#xD;
problemas de saúde mental abordados na comunicação da campanha (Reis;&#xD;
Silva, 2024; Moreira, 2022; Brito et al., 2020; Pinto et al., 2022; Wroblevski et&#xD;
al., 2022; Oliveira; Veríssimo, 2022).</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Board-level employee representation in Portugal: A process (slow) in the making</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/36405" />
    <author>
      <name>Costa, H.</name>
    </author>
    <author>
      <name>Rego, R.</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/36405</id>
    <updated>2026-02-25T11:50:34Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Board-level employee representation in Portugal: A process (slow) in the making
Autoria: Costa, H.; Rego, R.
Editor: Lafuente,Sara
Resumo: A broad range of concepts can be applied to the theme of board-level employee&#xD;
representation (BLER): ‘labour/industrial/workplace democracy’ (Hyman 2016;&#xD;
Conchon and Waddington 2015; Stoleroff 2016); ‘labour participation’ (Conchon&#xD;
and Waddington 2015); co-management or codetermination; ‘representativeness’&#xD;
(Costa and Rego 2021); and ‘information and consultation’ (Estanque et al. 2020),&#xD;
among others (see also the introductory chapter in this volume). It is doubtful if any&#xD;
of these concepts can be analysed in isolation and so it is admissible (even desirable)&#xD;
to stimulate a ‘dialogue’ between them as a means of empowering the forms of worker&#xD;
representation in companies.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Forschungsstand zum Feld der grandes écoles</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/36372" />
    <author>
      <name>Schippling, A.</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/36372</id>
    <updated>2026-02-20T09:57:21Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Forschungsstand zum Feld der grandes écoles
Autoria: Schippling, A.
Editor: Schippling, Anne
Resumo: Das Kapitel stellt den Forschungsstand zum Feld der grandes écoles dar. Zunächst werden klassische Studien diskutiert, in deren Zentrum die bildungssoziologischen Studien von Bourdieu und seinen Mitarbeiter:innen zum Elitebildungssystem in Frankreich stehen. Es schließt sich eine Darstellung des aktuellen Forschungsstandes an, die sich in drei Linien aufgliedert: Studien zur Problematik der sozialen Selektion der grandes écoles; Studien, die das französische System der Elitebildung unter der Perspektive von Internationalisierung untersuchen sowie Studien, die beide Linien zueinander in Bezug setzen. Das Kapitel schließt mit einer Verortung der Arbeit innerhalb des Forschungsstandes.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Introduction to Part 5: possibilities of existence—making and changing subjectivities and (ancient) worlds</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/10071/36179" />
    <author>
      <name>Castro, P.</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10071/36179</id>
    <updated>2026-01-30T13:04:40Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título próprio: Introduction to Part 5: possibilities of existence—making and changing subjectivities and (ancient) worlds
Autoria: Castro, P.
Resumo: This Part contains three chapters—(12) ‘How the Ancient World Learned to Sin’; (13)&#xD;
‘Anchoring religious innovation: the social psychology of deification in Athens 307 BCE’;&#xD;
and (14) ‘Cyrus’ learning curve: views of adolescent psychology in Xenophon’s&#xD;
Cyropaedia’—all of them illuminating our understanding of the ancient world by taking&#xD;
us through very different time-scopes and textual ranges. Despite these differences,&#xD;
the three chapters share a common concern with two concepts that are central in&#xD;
social-psychological theorising—the concepts of anchoring, essential for the first two&#xD;
chapters, and cognitive dissonance—as well as an interest in neuropsychological&#xD;
research, prominent in the third chapter. In this introduction, I will highlight how&#xD;
anchoring is predominantly used as a how process—both in these chapters and in&#xD;
social psychology in general—whereas cognitive dissonance tends to be used as a why&#xD;
process, or with what we can call the ambition of explanation for prediction. However,&#xD;
cognitive dissonance can also function as a how process. In those cases it powerfully&#xD;
illuminates the psychosocial dimension, and is indicative of an ambition of processual&#xD;
comprehension. I will briefly highlight some notable differences between the chapters,&#xD;
while simultaneously substantiating this argument of mine.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

